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BLOG DO CORLEONE

Camisas da Polícia Penal

domingo, 13 de março de 2016

AGENTES PRISIONAIS DE MG CONCLUEM CURSO DE OPERADOR DE SUBMETRALHADORA POLICIAL TÁTICO 1.


Os Agentes Penitenciários Márcio Cleiton do Norte de MG e Marcos Ferreira lotado no Presídio de São Joaquim de Bicas concluíram o curso Operador Tático de Submetralhadora no CTT/CBC, localizado na Cidade de Ribeirão Pires no estado de São Paulo. Foram dois dias de intenso treinamento, totalizando 24hrs de curso, sendo utilizado 1000 munições por aluno, elevando o curso a um patamar diferenciado na América Latina . O curso é foi ministrado por Policiais do GARRA/POLICIA CIVIL DE SP, GOE/PCESP é policiais do GER/PCESP. O curso visa capacitar o Policial e Agente Penitenciário tecnicamente através de noções especificas, sobre manuseio, carregamento, sistemas de segurança, funcionamento, manutenção e limpeza de armas, tiro embarcado, tiro em baixa luminosidade, propriedades balísticas, atuação operacional e legislação. Duração: Dois dias de curso (aprox. 24 horas-aula). Total de munições: 1.000 cartuchos por aluno distribuídos conforme abaixo. Exercícios distribuídos sobre os seguintes tópicos: Regras de segurança e transporte (VTR Embarque e Desembarque, Deslocamento a Pé, Uso de Bandoleira e Controle de Gatilho. Manuseio e Apresentação do Armamento, Transição. Processo de Disparos (Mecanismo de Segurança, Cadência, Intermitente, Rajada Limitada e Rajada Completa) Princípios Fundamentais do Tiro (Posição, Postura, Empunhadura, Linha de Visada e Respiração) Manutenção e Guardo do Armamento (Montagem, Desmontagem, Limpeza e Conservação do Armamento,Tiro em baixa luminosidade. Desejemos os parabéns aos colegas que não medem esforços em se capacitar, mesmo sem apoio algum do nosso apoio.

BY: Márcio Cleiton.












quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2011.

 Estabelece normas gerais para a contratação de parceria público-privada para estabelecimentos penais.                    
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
 Art. 1º Esta Lei institui normas gerais para a contratação de parceria público-privada, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, para a construção e administração de estabelecimentos penais.

 Art. 2º A parceria público-privada para os estabelecimentos penais poderá abranger presos condenados e provisórios, submetidos a qualquer regime de pena.

 Art. 3º A parceria público-privada de que trata esta Lei é contrato de concessão administrativa e será precedida de licitação, observando-se o disposto na Lei nº 11.079, de 30 de dezembro de 2004. § 1º A Administração Pública levará em conta, para a seleção do grupo ou empresa privada, entre outros critérios julgados convenientes, a viabilidade prática do projeto-modelo de concepção da estrutura arquitetônica do estabelecimento penal, suas condições de segurança e a capacidade de a estrutura e a empresa atenderem aos serviços a serem exigidos contratualmente. § 2º Não poderão fazer parte da sociedade dos grupos ou empresas privadas de que trata o § 1º deste artigo, seja como sócio ou acionista, as pessoas que tiverem sido condenadas por crime contra a Administração Pública ou por improbidade administrativa.


 Art. 4º Na contratação de parceria público-privada serão observadas as seguintes diretrizes: I – reeducação, reabilitação e ressocialização do preso; II – respeito aos direitos e deveres do preso; III – respeito à integridade física e moral dos presos; IV – segurança do estabelecimento penal; V – obrigatoriedade de trabalho do preso; VI – quantidade de presos compatível com a estrutura e finalidade do estabelecimento penal; VII – indelegabilidade das funções jurisdicionais e disciplinares, exclusivas do Estado. 


Art. 5º Os cargos de diretor e vice-diretor do estabelecimento penal serão ocupados por servidores públicos de carreira, observado o disposto no art. 75 da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984. Parágrafo único. O quadro de pessoal dos estabelecimentos penais será formado e contratado pelo concessionário. 

Art. 6º O concessionário disponibilizará e manterá para os presos: I – assistência jurídica; II – acompanhamento médico, odontológico e nutricional; III – programas de ensino fundamental, de capacitação profissional e de esporte e lazer; IV – corpo técnico para a elaboração e execução dos programas de individualização de pena; V – programa de atividades laborais.

 Art. 7º Os estabelecimentos penais atenderão aos seguintes requisitos: I – possuir área física suficiente para permitir o desenvolvimento de atividades laborais, educacionais e recreativas em relação à quantidade de vagas; II – dispor de pessoal treinado em segurança e vigilância; III – dispor e manter ambientes limpos, aerados, salubres e com condicionamento térmico adequado, manter os presos limpos e com apresentação pessoal adequada, assim como oferecer área mínima de 6m2 (seis metros quadrados) para cada preso, com aparelho sanitário e lavatório, nas unidades celulares.

 Art. 8º O concessionário, na execução da parceria, poderá subcontratar qualquer serviço, fornecimento ou partes da obra do estabelecimento penal, até o limite admitido, em cada caso, pela Administração Pública, conforme avaliação de conveniência e oportunidade, responsabilizando-se solidariamente por qualquer erro, dano ou deficiência de execução. 

Art. 9º O concessionário será remunerado com base na disponibilidade de vagas do estabelecimento penal, no número de presos custodiados e na prestação de serviços requerida pelo contrato. Parágrafo único. A avaliação dos serviços oferecidos pelo concessionário será baseada em indicadores de desempenho e disponibilidade estabelecidos por contrato. 


Art. 10. O concessionário terá liberdade para explorar o trabalho dos presos, assim como utilizar ambientes do estabelecimento penal para a comercialização de produtos e serviços oriundos desse trabalho, e dos lucros advindos será deduzida a remuneração devida, observado o disposto neste artigo. § 1º O trabalho do preso não está sujeito ao regime da Consolidação das Leis do Trabalho e não gera relação de emprego entre o contratante da mão-de-obra e o preso. § 2º Ao preso serão assegurados os seguintes direitos: I – remuneração mínima correspondente a ¾ (três quartos) do salário mínimo, para uma jornada de trabalho de quarenta e quatro horas semanais, que será depositada em conta judicial, garantida a correção monetária; II – previdência social; III – equipamento de proteção individual contra acidentes do trabalho, obedecidas as normas relativas a higiene e segurança do trabalho, fixadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego; IV – treinamento profissional; V – seguro contra acidente de trabalho. § 3º A contribuição previdenciária devida pelo contratante da mão-de-obra do preso será de dez por cento, incidente sobre o total da remuneração bruta contratada. § 4º O concessionário ou empresa subcontratada poderá capacitar e remunerar os presos de forma diferenciada, com base em critério de produtividade ou conforme seus interesses econômicos e as circunstâncias do mercado. § 5º O preso que não consentir no trabalho para o concessionário ou empresa subcontratada, será transferido para estabelecimento penal onde o trabalho é executado sob fiscalização e controle do Poder Público. 

Art. 11. A mão-de-obra do preso poderá ser explorada diretamente pelo concessionário ou ser subcontratada, observadas as seguintes condições: I – os presos considerados perigosos e que possam apresentar risco para a sociedade, conforme avaliação técnica, não realizarão trabalhos externos; II – o concessionário garantirá, juntamente com o Poder Público, a vigilância e a segurança nos trabalhos externos.

 Art. 12. O concessionário, considerando o desempenho laboral do preso, ou em caso de interesse na sua contratação após a obtenção da liberdade, poderá apresentar ao juiz da execução proposta mais benéfica de remição em relação à prevista no art. 126 da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984.

 Art. 13. É atribuição do Poder Público determinar a transferência de presos para outros estabelecimentos penais, fazer escoltas em caso de transferências, o transporte para o tribunal ou para atender a atos do processo penal ou da investigação criminal e a vigilância e a segurança nos trabalhos externos dos presos.

 Art. 14. O contrato poderá ser rescindido pelas partes na hipótese de desempenho que não atenda aos critérios de avaliação previstos em contrato.

 Art. 15. É permitida a participação de empresas ou grupos com capital estrangeiro nos contratos de que trata esta Lei.

 Art. 16. Os estabelecimentos penais sob contratação de parceria público-privada serão fiscalizados pelo juízo da execução penal, pelo Ministério Público, pelo Conselho Penitenciário e pelo Departamento Penitenciário local. 

Art. 17. Os arts. 29, 32, 33, 36, 37, 76, 77 e caput do art. 88 da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984, não se aplicam para o caso de parceria público-privada na administração do estabelecimento penal, e as disposições referidas ficarão a critério do que for estabelecido no contrato. 

Art. 18. Aplicam-se subsidiariamente as disposições da Lei nº 11.079, de 30 de dezembro de 2004, e da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984. 

Art. 19. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

FONTE:http://agepen-ac.blogspot.com.br/


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

App vai ajudar a denunciar desvios de conduta e violência policiais.

Batizado de "Projeto Vigilante", o sistema foi desenvolvido pela ONG EvoBra, organização recém-fundada pelo bacharel em direito Luccas Adib, 25, para pesquisar inovação em políticas públicas.


Violência. Policial foi abordado enquanto dirigia pela avenida que circunda a lagoa da Pampulha
A partir desta segunda-feira (15), os usuários do sistema Android terão a opção de denunciar desvios de conduta e violência policial por meio de um aplicativo de celular
PUBLICADO EM 15/02/16 - 13h02
Imagine a cena: durante um protesto, um manifestante nota que há policiais sem a identificação obrigatória. O que ele pode fazer a respeito?
A partir desta segunda-feira (15), os usuários do sistema Android terão a opção de denunciar desvios de conduta e violência policial por meio de um aplicativo de celular.
Batizado de "Projeto Vigilante", o sistema foi desenvolvido pela ONG EvoBra, organização recém-fundada pelo bacharel em direito Luccas Adib, 25, para pesquisar inovação em políticas públicas.

"A ideia era construir uma plataforma dinâmica para as pessoas fazerem denúncias, e então encaminhá-las para um órgão competente", diz.
Gratuito, o aplicativo tem capacidade para estocar até 10 mil queixas, anônimas ou não. É possível identificar a corporação (polícia civil, militar, federal ou guarda metropolitana), o tipo de delito, descrever a ocorrência em até mil caracteres e utilizar geolocalização. Além disso, o usuário pode anexar vídeos, fotos e áudios.
"Muitas vezes, as denúncias acabam não indo a lugar nenhum por falta de provas", afirma Adib. "Desse jeito, você facilita o envio de mídia, por vários ângulos, já que pode ser utilizado tanto por vítimas como por testemunhas."
Financiamento coletivo
Para pagar os custos do projeto, que conta com uma equipe de seis pessoas, e mantê-lo funcionando, a EvoBra deve lançar nesta semana uma campanha de financiamento coletivo na internet. O objetivo é arrecadar R$ 20 mil. Depois, a ONG pretende lançar versões para iPhone e Windows Phone.
"O smartphone, hoje, tem um alcance maior no Brasil do que o computador", diz o criador do app. Segundo dados do instituto de pesquisa Nielsen, 68 milhões de pessoas acessaram a internet via celular no primeiro semestre de 2015, no Brasil. Cerca de 64% delas tem entre 10 e 24 anos -e, de acordo com pesquisa da Prefeitura de São Paulo com a UFSCar (federal de São Carlos), 83% dos jovens mortos por PMs em 2014 na cidade tinham entre 15 e 29 anos.
Depois de recebida a denúncia, a ideia da EvoBra, diz Adib, é repassar para as ouvidorias, que teriam um usuário de administrador -as parcerias seriam formadas com Estados e municípios a partir da demanda. Além disso, a ideia da ONG é utilizar os dados para estatísticas. A base, no entanto, não é acessível para o público.
Hoje, é possível enviar denúncias para a ouvidoria das polícias do Estado de São Paulo via telefone, e-mail, carta ou pessoalmente. E, por enquanto, diz o ouvidor Julio Cesar Fernandes Neves, esse tipo de parceria digital não é possível. "Por causa da questão do sigilo, que nós não podemos delegar a terceiros. Se um sequer for quebrado, acabou a ouvidoria."
Adib afirma que já pensa em alternativas. "Eles podem se recusar, e aí a gente passa de outra maneira, pega as 500 denúncias no fim do mês e manda até por carta", diz. "O que eles não podem fazer é dizer que não aceitarão a denúncia de nenhum jeito."
As parcerias, porém, não estão totalmente descartada. Em outubro de 2015, a equipe do "Projeto Vigilante" foi a Brasília apresentar o aplicativo no 1º Laboratório de Participação e Inovação para Redução de Homicídios, do Ministério da Justiça, com quem, diz Adib, tem negociado.
"E se eles quiserem criar um aplicativo próprio, ótimo. O propósito, que é de criar um canal mais simples de denúncias, vai ter sido cumprido."
Projeto vigilante passo a passo da denúncia 
1. Clique em "Denuncie": o aplicativo localizará a ocorrência em sua posição atual; se não puder fazer a denúncia no momento e local do abuso, altere os campos data, hora e local manualmente
2. Escolha a corporação (polícia civil, militar, federal ou guarda civil metropolitana), a natureza da denúncia (homicídio, corrupção etc.) e a detalhe (se quiser), em até mil caracteres
3. Anexe vídeos e fotos da galeria ou use a câmera e microfone para gravar na hora; é possível fazer a denúncia off-line -os dados são salvos e enviados para o servidor quando o celular é ligado a um wi-fi

4. Se quiser se identificar, preencha os campos "nome" e "contato" -todas as denúncias são, a princípio, anônimas

FONTE:http://www.otempo.com.br/capa/brasil/app-vai-ajudar-a-denunciar-desvios-de-conduta-e-viol%C3%AAncia-policiais-1.1235305

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Presidente do TJMG assume, interinamente, governo de Minas.

Magistrado ficará no cargo até a quarta-feira, 16, devido às ausências do vice-governador, Antônio Andrade, e o presidente da Assembleia Legislativa, Adalclever Lopes.

Pedro Bittencourt Marcondes



PUBLICADO EM 14/12/15 - 10h33
A partir desta segunda-feira (14) o presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), desembargador Pedro Bitencourt Marcondes, assume interinamente o governo do Estado.
 
O magistrado ficará no cargo até a próxima quarta-feira (16). Com a ausência do governador Fernando Pimentel, pela linha sucessória deveriam assumir o posto o vice-governador, Antônio Andrade, ou o presidente da Assembleia Legislativa, Adalclever Lopes, conforme prevê o artigo 87 da Constituição Mineira. No entanto, ambos também estão ausentes.
 FONTE:http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/presidente-do-tjmg-assume-interinamente-governo-de-minas-1.1190988

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Comissão aprova proposta que revoga o Estatuto do Desarmamento.

Novo texto assegura a todos os cidadãos que cumprirem os requisitos mínimos exigidos em lei o direito de possuir e portar armas de fogo para legítima defesa ou proteção do próprio patrimônio.

Estatuto do Desarmamento
Segundo o relator, o texto atende à vontade da maioria dos brasileiros
PUBLICADO EM 27/10/15 - 20h00
Foi aprovado nesta terça-feira (27), por 19 votos a 8, o texto-base do substitutivo apresentado pelo deputado Laudivio Carvalho (PMDB-MG) aos projetos de lei (3722/12 e apensados) que revogam o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03). Os destaques devem ser votados pela comissão especial que analisa a proposta na próxima terça-feira (3), às 14 horas.
Renomeado de Estatuto de Controle de Armas de Fogo, o novo texto assegura a todos os cidadãos que cumprirem os requisitos mínimos exigidos em lei o direito de possuir e portar armas de fogo para legítima defesa ou proteção do próprio patrimônio. Atualmente, o Estatuto do Desarmamento prevê que o interessado declare a efetiva necessidade da arma, o que permite que a licença venha a ser negada ou recusada pelo órgão expedidor.
Entre outras mudanças, o parecer de Carvalho reduz de 25 para 21 anos a idade mínima para a compra de armas no país; estende o porte para outras autoridades, como deputados e senadores; e autoriza a posse e o porte de armas de fogo para pessoas que respondam a inquérito policial ou a processo criminal.

Segundo o relator, o texto atende à vontade da maioria dos brasileiros, que, segundo ele, teve os direitos tolhidos com a edição do Estatuto do Desarmamento, em 2003. “A proposta devolve ao cidadão de bem o direito de trabalhar pela sua própria segurança. Vamos devolver o direito à vida, que foi retirado pela atual lei”, afirmou.
Isenção tributária
Para corrigir "erros e impropriedades" e acolher sugestões de parlamentares, Carvalho fez alterações no parecer, em complementação de voto divulgada hoje. Uma dessas mudanças acabou com a isenção de tributos para aquisições e importações de armas e munições pelas Forças Armadas e pelos órgãos de segurança pública. No mesmo sentido, o relator também suprimiu a isenção do IPI e do ICMS, existente na versão anterior do substitutivo, para importações de armas e componentes por atiradores desportivos e caçadores.
Carvalho reconheceu que, da maneira como estavam previstos, os benefícios feriam a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). De acordo com a norma, é proibido conceder isenção de tributo sem a devida compensação financeira pela perda de receita.
Importação
Outra alteração no substitutivo autoriza a importação de armas, partes e munições desde que o produto fabricado no Brasil não atenda às especificações técnicas e de qualidade pretendida pelo órgão adquirente. O texto anterior permitia a compra de armas no exterior mesmo havendo similares fabricados no País.
Atualmente, uma portaria do Ministério da Defesa (620/MD) determina que a importação de armas de fogo e demais produtos controlados pode ser negada se existirem similares fabricados por indústria brasileira do setor de defesa.
Escolta parlamentar
Por sugestões de parlamentares, Carvalho ainda modificou o texto para conceder aos policiais legislativos da Câmara e do Senado o direito de portar armas em aviões quando realizarem a escolta de parlamentares. Essa situação acontece principalmente quando os congressistas visitam outros estados em missões oficiais.

FONTE:http://www.otempo.com.br/capa/brasil/comiss%C3%A3o-aprova-proposta-que-revoga-o-estatuto-do-desarmamento-1.1151204
FONTE: AGÊNCIA CÂMARA.http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SEGURANCA/498921-COMISSAO-ESPECIAL-APROVA-TEXTO-BASE-DE-PROPOSTA-QUE-REVOGA-O-ESTATUTO-DO-DESARMAMENTO.html

terça-feira, 13 de outubro de 2015

SISTEMA PRISIONAL É DISCUTIDO EM SEMINÁRIO SOBRE CICLO COMPLETO DE POLÍCIA.


Ciclo Completo
Seminário discute Ciclo Completo de Polícia em Aracaju

Por: Luciana Botto


Com o objetivo de discutir sobre o Fundo Nacional de Segurança Pública, o deputado estadual e presidente da Comissão de Segurança Pública na Assembleia Legislativa de Sergipe, Capital Samuel (PSL), autor do requerimento do seminário intitulado “Por uma nova arquitetura institucional da segurança pública: Pela adoção do Brasil do ciclo completo de polícia”, promovido pela Câmara dos Deputados Federais, por meio da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, realizado na tarde desta sexta-feira (02), no plenário Deputado Pedro Barreto de Andrade.

Na oportunidade, a mesa foi composta pelo presidente da Comissão de Segurança Pública de Sergipe, o deputado estadual Capitão Samuel; o relator o autor da PEC 431/2014, o deputado federal subtenente Gonzaga, pelo deputado federal André Moura, pelo senador Eduardo Amorim e pelo deputado estadual Georgeo Passos.

O Seminário contou com a presença de representantes de organizações, sindicatos e federações como, Ministério Publico Estadual, Ministério Publico Federal, OAB, Poder Judiciário, Sindicatos da Polícia Militar e Civil, Policia Rodoviária Federal, Defensoria Publica.

O Ciclo de Completo de Polícia está sendo discutido em algumas capitais do país através de requerimento aprovado em 11 Estados. Sergipe é o quarto estado visitado, a debater sobre a Proposta de Emenda à Constitucional Nº 430/2009.

De acordo com autor da proposta que promoveu o seminário, o deputado estadual Capitão Samuel disse que segurança pública é um tema que está sendo debatido em todos os locais, um assunto tratado diariamente na imprensa, nas redes sociais e no parlamento estadual, e que o modelo de segurança pública do país está ultrapassado, não funciona e é caro.

Para buscar alternativas para esse drama que aflige os sergipanos e fortalecer o debate em torno das propostas de emenda à Constituição (PEC 430) que cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Segurança Pública e a que institui uma nova organização policial estadual, extinguindo as atuais polícias militares. Segundo a proposta, caberá à União legislar sobre essa nova estrutura (polícia estadual), que será subordinada aos governadores de estado e do Distrito Federal.

No seminário, explicou o deputado federal subtenente Gonzaga, autor da PEC 431/2014, apensada a PEC 430/2009, proposta de criação do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Segurança Pública, será um grande passo para garantir o fortalecimento das polícias ao garantir a criação de um fundo que servirá ao aparelhamento, remuneração, capacitação e integração dos órgãos de segurança pública em todo o país. Disse ainda que a divergência entre as polícias está no posicionamento dos delegados da polícia civil e da polícia federal.

“A atuação da polícia não se resume a atuação de polícia civil e militar nos estados. Nós temos a polícia rodoviária federal, polícia federal, guardas municipais, agentes penitenciários, corpo de bombeiros. Todos eles fazem parte do mesmo sistema de segurança no mesmo nível da atuação policial, afirmou Gonzaga e concluiu dizendo que falar em unificar duas regências no novo cenário, num espaço que tem pelo menos 6, parece reduzir o problema e a solução em algo ineficaz. O que está em discursão é o baixo índice de elucidação do crimes no Brasil”, finalizou.

O fundo deverá ser composto de parcela da arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e de dotações orçamentárias, doações e outros recursos estabelecidos na lei complementar que terá que ser editada para regulamentar o fundo.

Outro ponto tratado na audiência foi o Ciclo Completo de Polícia, tema bastante defendido por associações da Polícia Militar. Trata-se da adoção de um sistema que permite que a mesma corporação execute as atividades de patrulhamento e investigação, podendo oferecer provas ao Ministério Público para efetivar uma denúncia. A medida, no entanto, tem sido contestada por delegados, tanto da Polícia Civil quanto da Polícia Federal.

De acordo com o Durvalino Xavier Filho, diretor financeiro da Federação Nacional dos Policiais Federais (FENAPEF), em sua explanação no seminário, defendeu a mudança no modelo de segurança pública como um todo, através da adoção do Ciclo Completo de Polícia e a entrada única para todos os cargos policiais, que vai beneficiar a promoção, progressão pelo meio da meritocracia, deixando de lado o que hoje é chamado de apadrinhamento ou elitismo, salientou Xavier.

Ainda em sua fala, Durvalino Xavier explicou que atualmente se forma policiais em 90 dias, como se fossem gestores, em nível de departamento da policial federal. “Pessoas sem experiências para chefiar policiais com longo tempo de polícia”, ressaltou.

Já para a delegada Ana Carolina Machado Jorge, representando a Federação Nacional dos Delegados de Polícia do Brasil (FENDEPOL), explicou que o Ciclo Completo da Polícia, os civis poderão ser levados aos quarteis onde a polícia militar poderá exercer a investigação da polícia judiciária. “É um retrocesso aos direitos do cidadão”, afirmou Ana Carolina.

Disse ainda que é uma atribuição dos delegados de polícia, que detém os conhecimentos jurídico e técnico a respeito do fato, inclusive nos crimes de menor potencial ofensivo , explicando que quando esse tipo de delito chega ao conhecimento, é possível o delegado de polícia tratar o caso de forma adequada, encaminhando para uma mediação de conflito, para uma confecção de um procedimento de policial TOC ou até mesmo, a depender do caso, da sua complexidade a instauração do inquérito policial, devendo resguardar o direito e garantias do cidadão, finalizou Ana Carolina.


FONTE:http://www.fenapef.org.br/fenapef/noticia/index/46398

domingo, 20 de setembro de 2015

LUTO:Corpo de delegado morto é velado no Cemitério Bosque da Esperança.




Vanius Henrique de Campos, de 43 anos, foi assassinado durante a madrugada, na loja de conveniência de um posto de combustíveis no bairro Cidade Jardim, na região Centro-Sul da capital

Rafael Mansur / Webrepórter
PUBLICADO EM 20/09/15 - 08h10
O corpo do delegado Vanius Henrique de Campos, de 43 anos, começou a ser velado às 7h da manhã deste domingo (20) no cemitério Bosque da Esperança, no bairro Jaqueline, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte. Os funcionários dos cemitério foram impedidos, pela família do policial, que está muito abalada, de passar mais informações sobre o velório. 
Desde as primeiras horas da manhã deste domingo, viaturas da Policia Civil chegavam ao cemitério. Muitos policiais preferiram não conversar com imprensa, que teve a sua entrada barrada no local. Os familiares do delegado também preferiram manter o silêncio. 
Em meio a tristeza, o delegado aposentado Island Batista afirmou que a morte do colega foi uma afronta com a polícia. "O tempo de preparação para ser delegado devia ser maior, porque o emocional acaba influenciando. Essa situação ocorreu com Campos e ele não soube como reagir", alegou o delegado. 

Campos foi assassinado durante a madrugada, na loja de conveniência de um posto de combustíveis no bairro Cidade Jardim, na região Centro-Sul da capital. Os suspeitos são dois adolescentes, que já foram identificados e que ainda estão sendo procurados pela polícia. De acordo com a Polícia Civil, a arma do delegado foi levada pelos autores.
Desde as primeiras horas da manhã de sábado (19), equipes do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), com participação do Núcleo de Apoio Aéreo e outras unidades, trabalham na investigação do caso. Foi montado cerco no Morro do Querosene, na Baragem Santa Lúcia, para onde os suspeitos teriam ido após o crime.
O chefe da Polícia Civil em Minas Gerais, Wanderson Gomes da Silva, lamentou a morte do delegado e manifestou solidariedade a família. Ele está cuidando pessoalmente do caso e disse que as buscas pelos suspeitos continuaram durante a madrugada deste domingo.
O delegado Vanius Henrique de Campos estava lotado na Delegacia Adida ao Juizado Criminal (Deajec). Durante a carreira ele já havia trabalhado em outras unidades policiais, entre elas a Divisão de Crimes Contra a Vida, em Belo Horizonte.
As imagens das câmeras de segurança do local gravaram o momento que antecede o assassinato do delegado e a hora em que ele é baleado. 
Uma amiga de Campos, que preferiu não se identificar, contou a reportagem que o delegado estava na Polícia Civil há cerca de oito anos. Ele não era casado nem tinha filhos, mas estava em um relacionamento sério, preparando-se para casar.

Atualizada às 9h50. 
FONTE:http://www.otempo.com.br/cidades/corpo-de-delegado-morto-%C3%A9-velado-no-cemit%C3%A9rio-bosque-da-esperan%C3%A7a-1.1116337